As pesquisas fornecem regularmente informações sobre o setor de imobiliárias: • a estrutura administrativa — prefeitura, centro administrativo, etc. uma cidade universitária ou mesmo a presença de grandes escolas leva a uma forte demanda por estúdios; • os setores empresariais da região; • necessidades de habitação, especialmente habitação profissional; • o preço por metro quadrado, para aluguel, mas também para revenda do negócio; • leitura de anúncios, que o informarão sobre o número de ofertas oferecidas por indivíduos e sua natureza. Um elemento decisivo é encontrar uma localização privilegiada, pois a notoriedade é de grande importância para combater a concorrência que continua acirrada desde a estruturação da profissão em redes – muitas vezes os novatos pagam o preço.
Por fim, ele terá que se perguntar sobre as mudanças que estão por vir: por exemplo, o fenômeno “vovô-boom”, que leva a um aumento no número de casas colocadas à venda, ou seja, mais 400.000 a cada ano, segundo a empresa. PrimeView análise para a qual esse fenômeno durará até 2035 antes de se normalizar gradualmente. • Câmara Municipal, órgãos consulares (Câmara de Comércio e Indústria – CCI – e Câmara de Comércio e Artesanato – CMA), dados do Auxílio Diagnóstico de Localização de Ferramenta (Odil) do INSEE e empresas de geomarketing fornecem informações sobre a população. • O site da Direção-Geral das Finanças Públicas (DGFIP) do Ministério da Ação e Contas Públicas dá acesso aos limiares fiscais por município. • O consumo das famílias é analisado pelo INSEE utilizando os índices de disparidade de gastos do consumidor (CDI). • Filiais departamentais das federações profissionais (ver parte 7 “Contatos e fontes de informação”) e da Federação dos Centros de Gestão Aprovados (FCGA), que também apresenta os seus rácios por região. • O banco de dados público em dados abertos.