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Última regra de ouro: Não espere ter passado nas provas escritas para se interessar pelas provas orais. Integre-os desde o início do estudo para concurso. Isso o colocará na melhor posição.
As apresentações orais, sejam técnicas, de linguagem ou mesmo a famosa “entrevista com o júri” ou “exercício da prática profissional”, devem ser realizadas em tempo limitado. Saber gerir rigorosamente o seu tempo é uma das chaves para o sucesso.
Não há nada mais constrangedor para um oral do que ser parado pelo júri por ter ultrapassado seu tempo e, assim, não poder desenvolver sua última parte ou sua conclusão. Ter um relógio na mesa pode ser reconfortante e permitir que você verifique o tempo.
O bom candidato oral é aquele que sabe destacar a sua motivação, com fortes qualidades pessoais e mais particularmente: abertura de espírito, sensibilidade, sentido de ação e interesse pelo serviço público. Você deve ser capaz de mostrar suas habilidades e habilidades.
Mas também é preciso saber ocupar o espaço. Uma capacidade que lhe servirá de qualquer maneira, uma vez que você se tornar um funcionário público durante as reuniões, entrevistas…
Imagine que você vai ter que se encontrar sozinho diante de seis ou sete jurados, com um assunto a defender em um tempo limitado. É estressante, mas o júri leva isso em consideração. Praticar continuar a falar em pé ou em movimento pode ser um bom exercício para se sentir mais confortável.