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De acordo com uma lógica schumpeteriana de “criação destrutiva”, os médicos, insatisfeitos com os velhos modos de exercício, criam formas de se organizar, novos suportes organizacionais para sua atividade que rompem com os princípios e velhas formas.
Estas inovações organizativas são assim sobrepostas umas às outras sem, contudo, eliminar as formas de atuação anteriores, de modo que a situação atual corresponde a uma mistura de todas as formas organizativas. Desta história emergem vários tipos ideais desenvolvidos em outros lugares.
Se o panorama atual das clínicas resulta da sedimentação dessas diferentes configurações, o invariante dessas estruturas continua sendo a arquitetura organizacional cuja complexidade se assemelha a uns vários tipos ideais desenvolvidos em outros lugares emergem.
Se o panorama atual das clínicas resulta da sedimentação dessas diferentes configurações, o invariante dessas estruturas continua sendo a arquitetura organizacional cuja complexidade se assemelha a uns vários tipos ideais desenvolvidos em outros lugares emergem.
Se o panorama atual das clínicas resulta da sedimentação dessas diferentes configurações, o invariante dessas estruturas continua sendo a arquitetura organizacional cuja complexidade se assemelha a um Jogo de Lego.
Por trás da aparente simplicidade que o termo “clínica privada” sugere, esconde-se uma multidão. Nesse contexto, este artigo se propõe a mostrar as especificidades organizacionais das clínicas médicas, por um lado, considerando-as sucessivamente como um “nó de contratos” e uma rede e, por outro, examinando as consequências das especificidades sobre o governo desse tipo de organização.